Representante da Federação das Organizações Quilombolas de Santarém (FOQS) no Conselho Municipal de Saúde, Claudiana Souza Lírio falou à reportagem da série especial quilombola Na raça e na cor sobre autorreconhecimento, racismo, machismo, a organização das mulheres quilombolas de Santarém, impactos da não titulação e desafios e conquistas do movimento quilombola.

Participando do movimento desde os 7 anos, levada por seu pai, Claudiana lembra-se das marcas no corpo de seu tataravô, um homem que foi escravizado, em fotos de família. “Isso pra mim foi uma coisa que marcou muito minha vida, minha juventude”, conta.

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